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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Ah! Esse amor
Autoria: Rosany Costa (Plenytude)
Voz: perfumeforwoman

Vídeo >> DAQUI

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Hoje, no aniversário da poeta Rosany Costa, o presente é ela quem nos oferece.
Convido-os a um passeio poético pela obra da autora.

image  Clique na imagem para abrir o site

“Os poemas de Rosany desvelam sua alma, seu âmago com tamanha transparência, que o leitor, ao adentrar os versos, percebe que ali está mais do que as próprias palavras dizem, pois verifica-se que há uma ânsia de liberdade, um desejo infindo de se revelar tal como ela se vê e sente diante da vida e do mundo.
Trabalha  com plenitude e em plenitude dos versos que vão se alinhavando diante de seu fazer poético.” (Ceição Di Castro)

 

   Parabéns, Rosany Costa – PLENYTUDE!

 rosas-champanhe4
   A “champanhe” é sua…

  champanhe 

   … o champanhe é nosso!…

 arranjorosasvermelhas

“… e as rosas, sempre vermelhas!”

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Vem! Me acarinha, me namora...

Claude_Theberge_The_Rain_Shower
                                            Claude Theberge

VEM
Rosany Costa

Vem! Antes que o tempo passe...
Que nós passemos,
E nos acostumemos!
E um belo dia, apenas constatemos...

Vem! Me acarinha, me namora...
Me diz que não houve demora;
Que pra quem ama não há hora,
Tempo, norma ou forma!

Vem! Afoga minha sede,
Aplaca minha urgência,
Bane essa complacência!

Vem! Compactua com meu desejo,
Que nas sombras se esgueira
E me faz quase implorar por teu beijo...

Vem sem mais demora...

Registro na BN 370.009
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.

sábado, 13 de setembro de 2008

Este post é dedicado a Rosany Costa (Plenytude)
Feliz Aniversário!



AMIGO É CASA
Comp.: Capiba e Hermínio Bello de Carvalho
Intérpretes: Zé Renato e Lenine

Amigo é feito casa que se faz aos poucos e com paciência pra durar pra sempre mas é preciso ter muito tijolo e terra preparar reboco, construir tramelas usar a sapiência de um João-de-barro que constrói com arte a sua residência há que o alicerce seja muito resistente que às chuvas e aos ventos possa então a proteger.

E há que fincar muito jequitibá e vigas de jatobá e adubar o jardim e plantar muita flor toiceiras de resedás não falte um caramanchão pros tempos idos lembrar que os cabelos brancos vão surgindo que nem mato na roceira que mal dá pra capinar e há que ver os pés de manacá cheios de sabiás sabendo que os rouxinóis vão trazer arrebóis choro de imaginar!

Pra festa da cumieira não faltem os violões! Muito milho ardendo na fogueira e quentão farto em gengibre aquecendo os corações.

A casa é amizade construída aos poucos e que a gente quer com beira e tribeira com gelosia feita de matéria rara e altas platibandas, com portão bem largo que é pra se entrar sorrindo nas horas incertas sem fazer alarde, sem causar transtorno amigo que é amigo quando quer estar presente faz-se quase transparente sem deixar-se perceber amigo é pra ficar.

Se chegar, se achegar, se abraçar, se beijar, se louvar, bendizer amigo a gente acolhe, recolhe e agasalha e oferece lugar pra dormir e comer amigo que é amigo não puxa tapete oferece pra gente o melhor que tem e o que nem tem quando não tem, finge que tem, faz o que pode e o seu coração reparte que nem pão.
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