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terça-feira, 9 de abril de 2019


1891. Um ano após o suicídio de Vincent Van Gogh, Armand Roulin (Douglas Booth) encontra uma carta por ele enviada ao irmão Theo, que jamais chegou ao seu destino. Após conversar com o pai, carteiro que era amigo pessoal de Van Gogh, Armand é incentivado a entregar ele mesmo a correspondência. Desta forma, ele parte para a cidade francesa de Arles na esperança de encontrar algum contato com a família do pintor falecido. Lá, inicia uma investigação junto às pessoas que conheceram Van Gogh, no intuito de decifrar se ele realmente se matou.

Saiba mais sobre o filme

OBS.: Infelizmente a reprodução em outros sites foi desativada pelo proprietário do vídeo.  Clique no link e assista diretamente no Youtube: Com amor, Van Gogh
terça-feira, 1 de setembro de 2015



A lenda do Uirapuru, o pássaro mágico que traz muita sorte 

Era uma vez um jovem guerreiro índio, chamado Quaraçá, que morava com sua gente na floresta amazônica e adorava passear pelas matas tocando sua flauta de bambu. O som ecoava entre as árvores e fazia calar os bichos. Todos gostavam de escutar aquela música.

Um dia, enquanto passeava pela tribo, o jovem Quaraçá achou de se apaixonar pela belíssima Anahí, que era casada com o cacique.

O jovem sabia que o seu amor era impossível, e logo a tristeza tomou conta dele. De tanto sofrer, nem queria mais tocar a sua flauta.

A tristeza o consumia. Foi aí que ele resolveu pedir ajuda ao deus Tupã. Foi para o meio da floresta, tocou, tocou muito aquela flauta. Chorava e cantava e pedia ajuda.

Tupã ficou sensibilizado com o sofrimento do jovem e resolveu ajudar, transformando-o num pequeno pássaro colorido (vermelho e amarelo, com asas pretas), de belíssimo canto, e deu-lhe o nome de Uirapuru.

Naquele dia, Uirapuru voou pela floresta, voltou à tribo, cantou, voou de novo. E assim passou a fazer todos os dias, encantando a todos com seu forte e lindo canto. Toda vez que via a amada, ele pousava e cantava pra ela, que ficava maravilhada com o som daquele pequeno e lindo pássaro.

Com o tempo, o cacique da tribo também ficou encantado com o canto Uirapuru. Queria que ele ficasse cantando ali, pra sempre. Quis aprisioná-lo, fez uma arapuca, foi a sua procura e perdeu-se na floresta. Dele, ninguém mais teve notícia. Dizem que foi castigo do Curupira, o protetor dos bichos da floresta, que não pode ver animal sofrendo sem ficar danado de bravo.

A bela Anahí ficou sozinha, mas nem teve tempo pra tristeza, porque o Uirapuru chegava ali todos os dias, com aquele canto lindo, pra consolar a amada. Mais que isso, ele soltava aquele canto triste, porque acreditava que, assim, ela poderia descobrir quem ele era, e isso quebraria o encanto. Mas o que se sabe é que ele continua cantando nas matas até hoje…

Diz ainda a lenda que o Uirapuru é um pássaro mágico que traz muita sorte. Acredita-se que, quem conseguir vê-lo cantando, é só fazer um pedido que o pássaro realiza.

Pelo sim, pelo não, é melhor ficar em silêncio pra ele soltar o seu maravilhoso canto. E fazer o pedido, claro!

Fonte do vídeo
Fonte do texto
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Veja o vídeo e voe junto, numa viagem inesquecível.



The Secret - Planet Earth HD

When you experience Planet Earth, the positive vibration of your energy will emanate out like a stone thrown into water, touching our planet and every living thing on it. As you rise higher, you take the world with you.
The magnificent music was composed and graciously gifted for this clip by composer Jo Blankenburg.
From The Secret to you, here is Planet Earth - our home.

"Quando você experimenta o Planeta Terra, a vibração positiva de sua energia emanará como uma pedra lançada na água, tocando nosso planeta e todos os seres vivos nele. Conforme você sobe mais alto, você leva o mundo com você.
A magnífica música foi composta e graciosamente dotada para este clipe do compositor Jo Blankenburg.
Do Segredo para você, aqui está o Planeta Terra - nossa casa."


 Fonte do vídeo
sábado, 27 de fevereiro de 2010


 "A fragrância sempre permanece na mão de quem oferece flores." (Hadia Bejar)
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Criatividade e beleza.



“Esta é a história da Olimpus Pen em stop motion. Filmamos 60.000 imagens, desenvolvemos 9.600 cópias e disparamos mais de 1.800 quadros novamente. No pós-produção! Obrigado a todos os artistas stop motion, que nos inspirou. Esperamos que você goste :-)”
E a música do vídeo está disponivel para dowload no site da Olimpus:
Free download of the music at
http://olympus.eu/penstory/

Fonte do vídeo: PENStory

domingo, 14 de fevereiro de 2010
Um Poeta é um rouxinol que se senta na escuridão e canta para se confortar da própria solidão com belos sons; seus ouvintes são como homens arrebatados pela melodia de um músico invisível, que se sentem comovidos e em paz, ainda que não saibam como nem porque.
(Interlúdio...  - Percy Bysshe Shelley)



O rouxinol sempre foi conhecido pela pureza de suas notas e pela variedade de sua melodia.
Na famosa história de Andersen, “O Rouxinol”, o canto desse pássaro era tão belo que quem o ouvisse jamais o esqueceria.
Considera-se o canto do Rouxinol um dos mais belos da natureza. A ave canta tanto a noite como durante o dia, mas é ao entardecer que a sua música é mais intensa.

 
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009




Oração de São Francisco de Assis

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna
.
sábado, 14 de novembro de 2009

Texto: Passagem das Horas – Fernando Pessoa
Música: Invocação – Chico Cesar
Intérprete: Maria Bethânia

Não sei sentir, não sei ser humano,
Não sei conviver de dentro da alma triste, com os homens,
Meus irmãos na terra.
Não sei ser útil, mesmo sentindo ser prático, quotidiano, nítido.
Vi todas as coisas e maravilhei-me de tudo.
Mas tudo ou sobrou ou foi pouco, não sei qual, e eu sofri.
Eu vivi todas as emoções, todos os pensamentos, todos os gestos.
E fiquei tão triste como se tivesse querido vivê-los e não conseguisse.
Amei e odiei como toda gente.
Mas para toda gente isso foi normal e instintivo.
Para mim sempre foi a excepção, o choque, a válvula, o espasmo.
Não sei se a vida é pouco ou demais para mim.

Não sei se sinto demais ou de menos.
Seja como for a vida, de tão interessante que é a todos os momentos,
A vida chega a doer, a enjoar, a cotar, a roçar, a ranger,
A dar vontade de dar pulos, de ficar no chão,
De sair para fora de todas as casas, de todas as lógicas, de todas as sacadas
E ir ser selvagem entre árvores e esquecimentos.

Deus dos sem deuses
deus do céu sem Deus
Deus dos ateus
Rogo a ti cem vezes
Responde quem és?

Serás Deus ou Deusa?
Que sexo terás?
Mostra teu dedo, tua língua, tua face
Deus dos sem deuses

terça-feira, 10 de novembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009


Até Quem Sabe?
Intérprete: Leila Pinheiro
Comp.: João Donato e Lysias Enio

até um dia até talvez
até quem sabe?
até voce sem fantasia
sem mais saudade

agora a gente tão derrepente
nem mais se entende
nem mais pretende
seguir fugindo
seguir-se rindo

agora vou pra onde for
sem mais voce
sem me querer
sem nem mesmo ser
sem entender

vou me beber, vou me perder pela cidade
até um dia, até talvez... até quem sabe?

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

 

Sinal Fechado
Interp.: Simone e Dulce Pontes

Composição: Paulinho da Viola

Olá, como vai?
Eu vou indo e você, tudo bem?
Tudo bem eu vou indo correndo
Pegar meu lugar no futuro, e você?
Tudo bem, eu vou indo em busca
De um sono tranquilo, quem sabe...
Quanto tempo... pois é...
Quanto tempo...
Me perdoe a pressa
É a alma dos nossos negócios
Oh! Não tem de quê
Eu também só ando a cem
Quando é que você telefona?
Precisamos nos ver por aí
Pra semana, prometo talvez nos vejamos
Quem sabe ?
Quanto tempo... pois é... (pois é... quanto tempo...)
Tanta coisa que eu tinha a dizer
Mas eu sumi na poeira das ruas
Eu também tenho algo a dizer
Mas me foge a lembrança
Por favor, telefone, eu preciso
Beber alguma coisa, rapidamente
Pra semana
O sinal...
Eu espero você
Vai abrir...
Por favor, não esqueça,
Adeus...

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Música: Corcovado
Composição: Tom Jobim
Interp.: Charlie Byrd

Baixar áudio >> AQUI

domingo, 2 de agosto de 2009

A boa música não tem fronteiras, aí está a prova… O
Grupo Vocal Perpetuum Jazzile cantando música brasileira. Quem são eles? Cantores da Eslovênia!!!!

Misturando influências que vão do Jazz à MPB, passando por Bobby McFerrin, Stevie Wonder e Bee Gees, o grupo esloveno conduzido pelo maestro Tomaz Kozlevcar tem mais de 25 anos de carreira. 50 vocalistas interpretando com perfeição músicas de todas as nacionalidades. A brasileira, então, emociona.

Valeu, CristalLuz, de quem recebi o link.

Música: Aquarela do Brasil
Composição: Ari Barroso

Mas Que Nada
Composição: Jorge Benjor

Só Danço Samba
Composição: Tom Jobim e Vinicius de Moraes

Baroque Samba

Toto's Africa (belíssimo efeito de chuva feito com as mãos)


Saiba mais sobre o Grupo Perpetuum Jazzile >> AQUI

quinta-feira, 30 de julho de 2009

QUE OLHOS SÃO ESSES?
©Paulo Peres
Voz do autor

Que te vêem como uma Deusa no Altar
Que te admira no horizonte ou em qualquer lugar
Que te procura na multidão como se você fosse à única razão
Que mesmo fechados sua imagem projeta em meu coração

Que olhos são esses
Que Faz de você a minha única inspiração
Que transmite em meu tato a maciez do toque de suas mãos,
O calor de seus lábios em ebulição, o aroma do seu perfume.
Incensando minha respiração

Que olhos são esses
Que projeta em minha mente um filme de conto de fadas
Assistindo uma vibrante historia de amor com final feliz
Que me faz sorrir para você,
Mesmo com sua reprovação

Que olhos são esses
Que te vêem como a rainha da beleza Universal
Que vêem em suas gordurinhas extras um charme de beleza especial.
Suas pequenas estrias são como código de barras de identificação.
Que vêem em sua diminuta estatura, a grandeza de uma mulher sem igual.

Que olhos são esses
Que me fazem te querer, sem saber por quê.
Que enfeitiçou meu coração sem me dar uma razão
Que me faz te perdoar em qualquer situação
Que não vêem os seus defeitos, somente perfeição.

Que olhos são esses
Que não dormem sem sonhar com sua canção
Que não entende sua rejeição, só querendo a qualquer preço a sua aprovação.
Que me torna ridículo diante de tanta negação

Que olhos são esses?
Esses são os olhos de um homem apaixonado por você!

 

Os arquivos desta página estão sob licença da Creative Commons License



TRADUZIR-SE
Poesia de Ferreira Gullar
Música de Fagner
Interpretação de Adriana Calcanhoto


Uma parte de mim é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim é multidão:
outra parte estranheza e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.
Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.
Traduzir uma parte na outra parte
— que é uma questão
de vida ou morte —
será arte?


Fonte do vídeo

quarta-feira, 10 de junho de 2009


Ave Maria
J.S. Bach/Gounod
Linda Brava


segunda-feira, 8 de junho de 2009

 ÁLIBI
Composição: Djavan
Intérprete: Maria Bethânia

Havia mais que um desejo
A força do beijo
Por mais que vadia
Não sacia mais
Meus olhos lacrimejam seu corpo
Exposto à mentira do calor da ira
Do afã de um desejo que não contraíra
No amor, a tortura está por um triz
Mas a gente atura e até se mostra feliz
Quando se tem o álibi
De ter nascido ávido
E convivido inválido
Mesmo sem ter havido.

sexta-feira, 17 de abril de 2009


BAIXAR AUDIO >> AQUI

Essa musica foi feita em homenagem a poetisa Alfonsina Storni.
Alfonsina perdeu seu filho, não aceitou o suicidio de seu melhor amigo (o poeta Horácio Quiroga) e um dia ela não hesitou: deixou um poema testamento, caminhou rumo ao mar aberto e entrou… Apareceu dias depois morta na praia de Perla, em Mar del Plata, onde hoje tem um busto em sua homenagem.

ALFONSINA E O MAR 
Composição: Félix Luna e Ariel Ramirez
Intérprete: Mercedes Sosa

Pela branda areia que lambe o mar
tua pequena pegada não volta mais.
Um atalho somente de castigo e silêncio
chegou até a água profunda.
Um atalho somente de castigos mudos
chegou até a espuma.

Sabe Deus que angustia te acompanhou;
Que antigas dores calou tua voz;
para dormir sussurrando no canto
das ondas marítimas!
A canção que cantam
no fundo escuro do mar, as ondas.

Vai, Alfonsina, com tua solidão:
que poemas novos fostes buscar?
Uma voz antiga de vento e de sal
te requebra na alma e a está levando.
E vás até lá como nos sonhos,
repousada, Alfonsina, vestida de mar.
Baixa-me a lâmpada um pouco mais (*)
Deixa-me que eu durma, ama, em paz.
E se chama ele, não diga que estou
Diga que Alfonsina não volta.

* correção feita nos comentários. 
segunda-feira, 9 de março de 2009

Cântico Negro
Aut. José Régio
Int. Maria Bethânia
Gravado em 1982

Cântico negro
“Vem por aqui” — dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: “vem por aqui!”
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali…
A minha glória é esta:
Criar desumanidades!
Não acompanhar ninguém.
— Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos…
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: “vem por aqui!”?

Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí…
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.

Como, pois, sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?…
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos…

Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tetos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios…
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios…
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém!
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.

Ah, que ninguém me dê piedosas intenções,
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: “vem por aqui”!
A minha vida é um vendaval que se soltou,
É uma onda que se alevantou,
É um átomo a mais que se animou…
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
Sei que não vou por aí!

domingo, 8 de março de 2009

Women In Art - Philip Scott Johnson
500 Years of Female Portraits in Western Art
Music: Bach's Sarabande from Suite for Solo Cello No. 1 in G Major, BWV 1007 performed by Yo-Yo Ma

A relação dos quadros usados no vídeo, autoria e data você encontra >> AQUI

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