quinta-feira, 29 de outubro de 2009

VÍDEO: LER DEVIA SER PROIBIDO
Campanha de incentivo à leitura idealizada e produzida por: Deborah Toniolo, Marina Xavier, Julia Brasileiro, Igor Melo, Jader Félix, João Paulo Moura, Luciano Midlej, Marcos Diniz, Paulo Diniz, Filipe Bezerra. (Alunos do 2ºano - turma pp02/2003 - do curso de Publicidade e Propaganda da UNIFACS - Universidade Salvador).
Adaptação do texto de Guiomar de Grammont.


O Dia Nacional do Livro é comemorado em 29 de outubro. Essa data foi escolhida para a comemoração, considerando-se a data da fundação da Biblioteca Nacional (29/10/1810), por D. João VI. O grande acontecimento permitiu a popularização do livro, tornando mais fácil o acesso à leitura.

OUTRAS DATAS PARA O DIA DO LIVRO

18 de Abril – Dia Nacional do Livro Infantil
23 de Abril  - Dia Internacional do Livro

Dia do Livro Infantil, é fundamental lembrar que o dia 18 de abril foi escolhido para comemorar, por ser esse o dia do nascimento de Monteiro Lobato, um dos precursores da obra literária infantil no Brasil.

O Dia Internacional do Livro teve a sua origem na Catalunha, uma região semi-autônoma da Espanha. A data começou a ser celebrada em 7 de outubro de 1926, em comemoração ao nascimento de Miguel de Cervantes, escritor espanhol. O escritor e editor valenciano, estabelecido em Barcelona, Vicent Clavel Andrés, propôs este dia para a Câmara Oficial do Livro de Barcelona.

Em 6 de fevereiro de 1926, o governo espanhol, presidido por Miguel Primo de Rivera, aceitou a data e o rei Alfonso XIII assinou o decreto real que instituiu a Festa do Livro Espanhol.

No ano de 1930, a data comemorativa foi trasladada para 23 de abril, dia do falecimento de Cervantes. Mais tarde, em 1995, a UNESCO instituiu 23 de abril como o Dia Internacional do Livro e dos Direitos dos Autores, em virtude de a 23 de abril se assinalar o falecimento de outros escritores, como Josep Pla, escritor catalão, e William Shakespeare, dramaturgo inglês.

No caso do escritor inglês, tal data não é precisa, pois que na Inglaterra, naquele tempo, ainda utilizava o calendário juliano, pelo que havia uma diferença de 10 dias para o calendário gregoriano usado na Espanha. Assim Shakespeare faleceu efetivamente 10 dias depois de Cervantes.

Fonte: http://pt.wikipedia.org

simoneenloucrescida
clique na imagem para entrar na página

"Sou apenas uma simples mulher, que gosta de brincar com palavras e tem, na poesia, o melhor e mais barato tratamento psicanalista.
E tudo o que me dá mais prazer, calma e satisfação, está no brincar com as letrinhas, tentando fazer delas poesia."


www.avozdapoesia.com.br/simoneenloucrescida

E hoje a Simone Enloucrescida faz aniversário... com a sua página no site da Voz da Poesia brindamos e celebramos esta data festiva, com votos de felicidades.

Tem celebração também no post abaixo.

Hoje celebramos a vida da nossa amiga Simone “Enloucrescida”

E a presenteio com 3 momentos de uma música – que ela sabe – dispensa qualquer palavra:

CARMINA BURANA

UC Davis University Chorus, Alumni Chorus, Symphony Orchestra, and the Pacific Boychoir perform Carl Orff's "Carmina Burana," at the Mondavi Center on the campus of UC Davis. Jeffrey Thomas, conducting, Shawnette Sulker, soprano, Gerald Thomas Gray, tenor, and Malcolm MacKenzie, baritone. Series: Mondavi Center Presents [6/2007]

noite_65
                                            By Google
NOITE TRISTE
J. J. Leandro
 
A noite é curta
para quem dorme.
A noite é longa
para quem vela.
Quem vela
sabe que a noite é triste;
quem dorme
sonha que a noite é bela.
domingo, 25 de outubro de 2009

Música: Campo Branco
Interpréte: Mônica Albuquerque
Composição: Elomar

Campo branco minhas penas que pena secou
todo bem que nóis tinha era a chuva era o amor
num tem nada não nóis dois vai penando assim
campo lindo ai que tempo ruim
tu sem chuva e a tristeza em mim
peço a Deus a meu Deus grande Deus de Abraão
pra arrancar as penas do meu coração
dessa terra seca in ança e aflição
todo bem é de Deus qui vem
quem tem bem lôva a Deus seu bem
quem não tem pede a Deus qui vem
pela sombra do vale do ri gavião
os rebanhos esperam a trovoada chover
num tem nada não
também no meu coração
vô ter relampo e trovão
minh'alma vai florescer
quando a amada e esperada trovoada chegá
iantes das quadra as marrã vão tê
sei que ainda vô vê marrã pari sem querer
amanhã no amanhecer
tardã mais sei qui vô vê
meu dia inda vai nascer
e esse tempo da vinda tá perto de vir
sete casca aruêra cantaram pra mim
tatarena vai rodar vai botar fulô
marela de u'a veis só
pra ela de u'a veis só

(Faixa 3, lado A do disco de Diana "Eterno como Areia". Faixa 2, lado B, Disco 1, do duplo "Na quadrada das águas perdidas", de Elomar)

sábado, 24 de outubro de 2009

Postando um comentário deixado pela Renata Seixas, por entender que essa medida vá beneficiar a todos que lutam pela cultura.
Divulguem, liguem para seus representantes, mandem e-mails (o link com os endereços de e-mails dos deputados está no final do post, copie e cole no seu navegador).

Renata Seixas disse...

“A PEC da Música ganha forças a cada dia e o seu blog está ajudando muito.
Em função da votação de uma Medida Provisória que trancou a pauta, a PEC não foi a Plenário no dia 21/10, conforme previsto. A expectativa é de que seja votada na semana que vem, embora ainda não tenhamos definição quanto à data. Comprometo-me de comunicar assim que houver a confirmação.
A luta continua! Ainda há tempo de colaborar com a música brasileira, aumentando a divulgação!
É importante que as pessoas contatem os deputados de seu Estado e peçam que votem a favor da PEC da Música. Informe seus leitores, é muito importante a participação de todos!

Maiores informações: http://www.otavioleite.com.br/pesquisa.asp?q=pec+da+musica
Twitter da PEC: http://twitter.com/pecdamusica
Twitter do Deputado Otavio Leite (autor da proposta): http://twitter.com/otavioleite

A lista de e-mail de todos os parlamentares está disponível aqui:
http://www2.camara.gov.br/deputados/arquivo”

SAIBA O QUE É A PEC >> AQUI

Quando o político faz algo que justifica o seu cargo, ou seja, representar os interesses da população, deve ter o seu mérito reconhecido, embora não esteja fazendo nenhum favor, porque pra isso ele foi eleito e é muito bem remunerado.

Cao_Yong_winds_of_love
                           Pintura de Cao Yong
 

Clique para ouvir

FAZER AMOR É PISAR NA ETERNIDADE
Texto atribuído a um Frei do Colégio Santo Agostinho


Fazer amor é coisa séria demais…
Não basta um corpo e outro corpo,
Misturados num desejo insosso desses que dão feito fome trivial,
Nascida da gula descuidada aplacada sem zelo,
Sem composturas, sem respeito,
Atendendo exclusivamente a voracidade do apetite. 

 
Fazer amor é percorrer as trilhas da alma,
Uma alma tateando outra alma,
Desvendando véus, descobrindo profundezas,
Penetrando nos escondidos sem pressa… com delicadeza. 


Porque alma tem textura de cristal,
Deve ser tocada nas levezas apalpada com amaciamentos,
Até que o corpo descubra cada uma das suas funções…
Quando a descoberta acontece é que o ato de amor começa. 


As mãos deslizam sobre as curvas, como se tocando nuvens,
A boca vai acordando e retirando gostos, provando os sabores,
Bebendo a seiva que jorra das nascentes escorrendo em dons.


É o côncavo e convexo em amorosa conjunção.
Fazer amor é ressurreição! É nascer de novo!
No abraço que aperta sem sufocamentos,
No beijo que fala a sede gritante,
Na escada dos degraus celestiais que levam ao gozo! 


Vale chorar!
Vale gemer!
Vale gritar! 


Porque aí já se chegou ao paraíso,
E qualquer som há de sair,
Quem sabe afinado,
Seja grave, agudo, pianinho,
Há de ser sempre o acorde faltante,
Quando amantes iniciam o milagre do encontro. 


Corpos se ajustaram, almas matizaram:
Fez-se o êxtase
É o instante de Paz
É a escritura da serenidade
E os amantes em assunção, pisam eternidades! 


 

Fonte do áudio:
Voz: Carlos Alberto de Oliveira
Trilha: Love History



Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Música: Que amor não me engana
Interpréte: Dulce Pontes
Composição: José Afonso

Que amor não me engana
Com a sua brandura
Se da antiga chama
Mal vive a amargura

Duma mancha negra
Duma pedra fria
Que amor não se entrega
Na noite vazia?

E as vozes embarcam
Num silêncio aflito
Quanto mais se apartam
Mais se ouve o seu grito

Muito à flor das àguas
Noite marinheira
Vem devagarinho
Para a minha beira

Em novas coutadas
Junta de uma hera
Nascem flores vermelhas
Pela Primavera

Assim tu souberas
Irmã cotovia
Dizer-me se esperas
Pelo nascer do dia

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