quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
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Poética e Cotidiana |
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Abismo de Rosas
Música: Américo Jacomino
Letra: José Fortuna
Intérprete: Francisco Petrônio
Ao te encontrar assim eu sei quanto tu és infeliz
Chego a sofrer também por lembrar o quanto eu já te quis
A minha mão te dei para te salvar do abismo
Mas foi tudo em vão, pois desprezaste o meu amor.
És flor do mal que o tempo desfolhou um céu azul, nublado
Este é o abismo de rosa, vulto a viver do pecado
Cedo mulher, porém, perdeste a paz porque te faltou carinho
E o sonho azul de um doce lar, mas é tarde demais para voltar.
Não, não quero ver-te, eu devo esquecer-te, a minha dor será maior
Se eu ver os lábios teus outra boca beijar, teu nome recorda
No jardim da vida, rosa uma flor que secou e por ti também meu coração murchou.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
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POEMA
Carlos Pena Filho
Senhora de muito espanto,
vestindo coisas longínquas
e alguns farrapos de sono,
eu vim para te dizer
que inutilmente contemplo
na planície de teus olhos
o incêndio do meu orgulho.
Senhora de muito espanto,
sentada além do crepúsculo
e perfeitamente alheia
a realejos e manhãs.
Eu vim para te mostrar
que se inaugurou um abismo
vertical e indefinido
que vai do meu lábio arguto
ao chumbo do teu vestido.
Senhora de muito espanto
e alguns farrapos de sono,
onde o céu é coisa gasta
que ao meu gesto se confunde.
Um dia perdi teu corpo
nas cores do mapa-múndi.
Carlos Pena Filho
Senhora de muito espanto,
vestindo coisas longínquas
e alguns farrapos de sono,
eu vim para te dizer
que inutilmente contemplo
na planície de teus olhos
o incêndio do meu orgulho.
Senhora de muito espanto,
sentada além do crepúsculo
e perfeitamente alheia
a realejos e manhãs.
Eu vim para te mostrar
que se inaugurou um abismo
vertical e indefinido
que vai do meu lábio arguto
ao chumbo do teu vestido.
Senhora de muito espanto
e alguns farrapos de sono,
onde o céu é coisa gasta
que ao meu gesto se confunde.
Um dia perdi teu corpo
nas cores do mapa-múndi.

In: Os Melhores Poemas de Carlos Pena Filho, 2000
Ed. Global, 4ª ed., São Paulo.
Arte: Alan Maley (British)


SOBRE O AUTOR: Carlos Souto Pena Filho (Recife, 17 de maio de 1929 — Recife, 1 de julho de 1960) foi um advogado, jornalista e poeta brasileiro, considerado um dos mais importantes poetas pernambucanos da segunda metade do século XX depois de João Cabral de Melo Neto. Formado em Direito pela Faculdade de Direito do Recife, em frente à qual hoje se encontra o busto do poeta. Morto num acidente de automóvel aos 30 anos. (Fonte: Wikipédia)
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019
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Especial para Cláudia Diniz
Sabir - Erimos
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DOIS CORAÇÕES
Autores: Andre Sperling - Ronaldo Bastos
Intérprete: Nana Caymmi
De que é feito o amor?
Dizem que o amor é paz
O que o amor me deu
Ninguém vai me tirar
O meu amor só crê
Nas visões que o amor me dá
Se uniu dois corações
Não vai mais separar
Uniu dois mundos em vidas tão separadas
Juntou caminhos, mas separou as estradas
Cadê o amor, cadê?
Sinto que ele vai chegar
Posso morrer de amor
Ou por amor calar
O meu amor só crê
Nas visões que o amor me dá
Se uniu dois corações
Não vai mais separar
Fonte do vídeo

domingo, 24 de fevereiro de 2019
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Canção do não tempo de lua
Mário Lago
Amada não me censure, se sou de pouco falar
Nem se esse pouco que falo não faz você suspirar
É tempo de vida feia, de se morrer ou matar
De sonho cortado ao meio, de voz sem poder gritar
De pão que pra nós não chega, de noite sem se acabar
Por isso não me censure, se sou de pouco falar
Criança é bonito? É
Mulher é bonito? É
A lua é bonito? É
A rosa é bonito? É
Mas criança chega a homem se a bomba quiser
A mulher só tem seu homem se a bomba quiser
Homem sonha e faz seu sonho se a bomba quiser
Não é tempo de ver lua nem tirar rosa do pé
Amada minha não chore se nunca falo de amor
Nem se meu beijo é salgado, que é beijo chorado em dor
É tempo de vida triste, de olhar o seu com pavor
De mão pro último gesto, de olhar pra última flor
De verde que era esperança trazer desgraça na cor
Por isso amada não chore se nunca falo de amor
Criança é bonito? É
Mulher é bonito? É
A Lua é bonito? É
A rosa é bonito? É
Mas criança chega a homem se a bomba quiser
A mulher só tem seu homem se a bomba quiser
Homem sonha e faz seu sonho se a bomba quiser
Não é tempo de ver lua nem tirar rosa do pé
Amada não vá embora se eu trouxe desilusão
Se aumento sua tristeza, tão triste a minha canção
É tempo de fazer tempo, de pegar tempo na mão
De gente vindo no tempo em passeata ou procissão
No mesmo passo de sonho pra bomba dizendo ?não!?
Amada não vá embora, mudou a minha canção!
Criança é bonito? É
Mulher é bonito? É
A lua é bonito? É
A rosa é bonito? É
Pois criança vai ser homem porque a gente quer
A mulher vai ter seu homem porque a gente quer
Homem vai fazer seu sonho porque a gente quer
Vai ser tempo de ver lua e tirar rosa do pé
Fonte do vídeo
Fonte do texto
Aqui neste vídeo só a voz do Mário Lago
Fonte do vídeo

sábado, 23 de fevereiro de 2019
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CONTIGO APRENDI
Autores: Armando Manzanero – Versão de Nazareno de Brito
Intérprete: Moacyr Franco
Contigo aprendi
Que a vida se renova a cada instante
Contigo aprendi
A conhecer o mundo, a ver adiante
Aprendi
Numa semana contar mais de sete dias
E ver maiores as pequenas alegrias
E a crer nos outros, eu contigo aprendi
Contigo aprendi
Que existe luz na noite mais escura
Contigo aprendi
Que em tudo existe um pouco de ternura
Aprendi
Que pode um beijo ser mais doce e mais profundo
Que posso ir-me amanhã mesmo deste mundo
As coisas boas eu contigo já vivi
Contigo...
Aprendi...
Aprendi
Que pode um beijo ser mais doce e mais profundo
Que posso ir-me amanhã mesmos deste mundo
As coisas boas eu contigo já vivi
E contigo aprendi
Que eu nasci no dia em que te conheci
Fonte do vídeo

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A CASA
Myriam Fraga
Pedra sobre pedra
Construí esta casa:
Tijolo, sonho e argila.
Custaram-me os alicerces
A metade da asa
Direita,
A outra metade,
Serviu de escora
Às traves que a sustentaram.
A asa esquerda perdeu-se
Na argamassa.
Esta casa, para fazer,
Levou-me anos
De solidão e fomes
Aplacadas.
Uma casa tão clara,
Aberta aos ventos,
E a cada dia sempre
Renovada.
Aqui plantei minha vida,
Nos esquadros
E soleira das portas.
Ancoradouro e barco,
Minha casa.
Daqui se ouvia o mar
E o canto das sereias,
Se nostálgico das janelas
O olhar se alongava.
Mas o perfume do incenso
Rolava nos altares, deuses lares,
E eu ficava e fui sempre
A guardiã da casa.
Pássaro do abismo,
Mensageiro da desgraça,
Meus olhos marinheiros
Pressentiram o desastre.
Ventos do sul sopraram
Sobre a casa. Marés de março
Enormes, com suas vagas,
Submergiram e arrasaram
Da soleira aos telhados.
Olho de furacão,
Espiral de sargaços,
Conheci o sumidouro,
A fúria da voragem.
Sobrevivente do escarcéu
Hoje, náufraga, na casa,
Sei que as paredes permanecem
Intactas, com suas marcas,
E novamente, aos poucos,
Com meus dedos quebrados,
Vou recompondo lentamente
A cumeeira arrasada.

In: Femina, 1996
Ed. Fundação Casa de Jorge Amado/Copene. Salvador,BA.
Arte: Thomas Henry Victor

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
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NÃO QUERO OUTRO AMOR
Castro Alves
Eu não quero outro amor; não quer a abelha
Um novo cetro se o primeiro cai;
Iramaia viúva nos desertos,
Peregrina chorando - a morte atrai.
Eu não quero outro amor; sou como o cervo
Que a raiz encontrou no jibatã;
Ali se abriga na floresta escura,
Lá viu-o a noite, e vê-lo-á a manhã.
Eu não quero outro amor; não quer a paca
Mais de um caminho, procurando o rio,
Ali a espera o caçador malvado,
Ali ferida, soluçou, caiu.
Eu não quero outro amor - sou como o índio
Que caminha buscando o Taracuá:
Afeito ao fogo da escolhida planta
Vai andando e rejeita o Biribá.
Eu não quero outro amor - não quer a planta
Outra seiva, outro sol, estranho chão:
Não cresce longe, mas definha e prende
Amando o sol que encubara o grão.
Eu não quero outro amor; sou como a seta
Que num vôo somente corta o ar;
Se perde o golpe tomba logo inerte
Entra o índio sem caça o tijupar.
Eu a vítima fui da seta ervada,
De plumas verdes, venenoso fio;
Mas não quero outro amor, ajoelho e beijo
O pó da campa que este amor abriu.
Porque eu sou como a abelha que rejeita
Um novo cetro se o primeiro cai;
Iramaia perdida nos desertos
Peregrina, chorando a morte atrai.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
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ALGA
Fernando Pessoa
Paira na noite calma
O silêncio da brisa...
Acontece-me à alma
Qualquer coisa imprecisa...
O silêncio da brisa...
Acontece-me à alma
Qualquer coisa imprecisa...
Uma porta entreaberta...
Um sorriso em descrença...
Uma ânsia que não acerta
Com aquilo em que pensa.
Um sorriso em descrença...
Uma ânsia que não acerta
Com aquilo em que pensa.
Sonha, duvida, elevo-a
Até quem me suponho
E a sua voz de névoa
Roça pelo meu sonho...
Até quem me suponho
E a sua voz de névoa
Roça pelo meu sonho...

© FERNANDO PESSOA
24-7-1916
In Novas Poesias Inéditas, 1973
Ed. Ática, Lisboa.
Arte: Helen Cottle_lady in the rain

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A DESPEDIDA
Foram mais de 20 anos da terna presença do site A VOZ DA POESIA na Web, projeto sem fins lucrativos - portanto, sem publicidade e não remunerado - que com muito esforço vinha sendo mantido por um pequeno grupo de amigos. Começamos de forma despretensiosa, mas o site rapidamente foi guindado à fonte de pesquisa de muitos, graças ao seu conteúdo educativo, alcançando grande visibilidade dentre os buscadores, a exemplo do Google, e também por causa do seu notável pioneirismo. Mesmo lutando contra muitas dificuldades, sempre tentamos aprimorá-lo na medida das nossas forças, para oferecer ao público a melhor experiência de navegação associada ao maior esforço de pesquisa literária, tarefa dividida com um número talvez insuficiente de pessoas, dada a missão monumental que se verificava. Tínhamos pretensões respeitáveis de expansão desse trabalho, mas a realidade foi se impondo cada vez mais. Embarcar novos colaboradores nesse projeto demandava o desenvolvimento de ferramentas adequadas que favorecessem tal participação abrangente. O tempo destinado a isso, porém, foi ficando cada vez mais curto, sendo enorme a nossa responsabilidade social de atender a todos os interessados que buscavam o conteúdo do site. Muitos contatos ficaram sem a merecida resposta, mestres do ensino de todo o país a quem rendemos as nossas profundas homenagens, estudantes etc, e pedimos sinceras desculpas por todas as circunstâncias alheias à nossa vontade. Lembrando que sempre consideramos esse um trabalho de amigos para amigos, nos imbuindo do propósito de dar acesso amplo, responsável e gratuito à cultura literária do nosso país. Hoje, é com pesar que comunicamos que os fatos da vida se impuseram acima dos nossos mais nobres ideais de continuidade nessa tarefa, parecendo-nos impróprio e temerário manter no ar uma página sem a devida e corriqueira manutenção. Não se trata, porém, de uma despedida sem esperanças. Cuidaremos, ainda, da reserva da URL por tempo indefinido. Como recordação saudosa desse trabalho tão apreciado por todos, os visitantes poderão se dirigir à nossa fanpage do Facebook, embora já nos desculpando antecipadamente pela impossibilidade de pronta resposta a novos contatos. E quem sabe em anos vindouros possamos revisitar esse projeto tão querido, com as mentes arejadas por soluções inovadoras, e amparados por uma nova sinergia de grupo. O momento, assim sendo, não é de um adeus lacônico, mas, quem sabe, de um "até breve" esperançoso. Nossa imensa gratidão pela sua companhia nessa longa e belíssima jornada, agradecendo também o carinho daqueles a quem A VOZ DA POESIA sempre falou ao coração!
[...] Meu ofício é cantando revelar
a palavra que serve aos companheiros;
mas se preciso for calar o canto
e em fainas diferentes me aplicar
unindo a outros meu braço prevenido,
mais serviço que houver será servido.
a palavra que serve aos companheiros;
mas se preciso for calar o canto
e em fainas diferentes me aplicar
unindo a outros meu braço prevenido,
mais serviço que houver será servido.
© GEIR CAMPOS
In Antologia Poética, 2003
In Antologia Poética, 2003
Fonte: Facebook
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