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Essa musica foi feita em homenagem a poetisa Alfonsina Storni.
Composição: Félix Luna e Ariel Ramirez
Intérprete: Mercedes Sosa
tua pequena pegada não volta mais.
Um atalho somente de castigo e silêncio
chegou até a água profunda.
Um atalho somente de castigos mudos
chegou até a espuma.
Que antigas dores calou tua voz;
para dormir sussurrando no canto
das ondas marítimas!
A canção que cantam
no fundo escuro do mar, as ondas.
que poemas novos fostes buscar?
Uma voz antiga de vento e de sal
te requebra na alma e a está levando.
E vás até lá como nos sonhos,
repousada, Alfonsina, vestida de mar.
Deixa-me que eu durma, ama, em paz.
E se chama ele, não diga que estou
Diga que Alfonsina não volta.
* correção feita nos comentários.
Aqui a Oração cantada pelo Padre Fábio de Melo
Aqui a Oração Declamada com cenas do filme Clara e Francisco.
CÂNTICO DAS CRIATURAS
São Francisco de Assis
Altíssimo, onipotente, bom Senhor,
Teus são os louvores, a glória, a honra
E toda a benção.
A Ti somente, Altíssimo, eles convém;
E nenhum homem é digno
De Ti imitar.
Louvado sejas, meu Senhor,
Com todas as tuas criaturas,
Especialmente o Senhor Irmão Sol,
Que clareia o dia
E com sua luz nos alumia.
E ele é belo e radiante
Com grande esplendor:
De ti, Altíssimo é a imagem.
Louvado sejas, meu Senhor,
Pela irmã Lua e as Estrelas,
Que no céu formaste claras
E preciosas e belas.
Louvado sejas, meu Senhor,
Pelo irmão Vento,
Pelo ar, ou nublado
Ou sereno, e todo o tempo
Pela qual às tuas criaturas dás sustento.
Louvado sejas, meu Senhor,
Pela irmã Água,
Que é mui útil e humilde
E preciosa e casta.
Louvado sejas, meu Senhor,
Pelo irmão Fogo
Pelo qual iluminas a noite
E ele é belo e jucundo
E vigoroso e forte.
Louvado sejas, meu Senhor,
Por nossa irmã a mãe Terra
Que nos sustenta e governa,
E produz frutos diversos
E coloridas flores e ervas.
Louvado sejas, meu Senhor,
Pelos que perdoam por teu amor,
E suportam enfermidades e tribulações.
Bem aventurados os que sustentam a paz,
Que por ti, Altíssimo, serão coroados.
Louvado sejas, meu Senhor,
Por nossa irmã a Morte corporal,
Da qual homem algum pode escapar.
Ai dos que morrerem em pecado mortal!
Felizes os que ela achar
Conformes á tua santíssima vontade,
Porque a morte segunda não lhes fará mal!
Louvai e bendizei a meu Senhor,
E dai-lhe graças,
E servi-o com grande humildade.
Foto: Clark Little
NAS ONDAS DO TEU CORPO
Manuel Neves
Nas ondas do teu corpo
descobri o sal do amor,
flutuei carícias de prazer,
mergulhei a minha vida.
Ao abraçar-te,
despi-me por inteiro,
só o sangue
seguiu meus movimentos
e o horizonte
abriu-se de todas as cores,
inundando de pássaros e florestas
um outro mundo
em que os sonhos corriam
como as águas dum porto tranqüilo
ou caindo pelos abismos duma cachoeira.
Nas ondas do tempo parado
dos dias esquecidos
por uma felicidade
maior do que tudo que sou,
encontrei-te
e os sonhos voaram
no teu corpo sentido,
no teu olhar desperto,
em nossas vidas unidas...
End. da imagem: clarklittlephotography.com
PORQUE O AMOR APETECE
Eugénio de Andrade
Não canto porque sonho.
Canto porque és real.
Canto o teu olhar maduro,
teu sorriso puro,
a tua graça animal.
Canto porque sou homem.
Se não cantasse seria
mesmo bicho sadio
embriagado na alegria
da tua vinha sem vinho.
Canto porque o amor apetece.
Porque o feno amadurece
nos teus braços deslumbrados.
Porque o meu corpo estremece
ao vê-los nus e suados.
Música: Pedaço de Mim
Intérpretes: Zizi Possi e Chico Buarque
Composição: Chico Buarque
Oh, pedaço de mim
Oh, metade afastada de mim
Leva o teu olhar
Que a saudade é o pior tormento
É pior do que o esquecimento
É pior do que se entrevar
Oh, pedaço de mim
Oh, metade exilada de mim
Leva os teus sinais
Que a saudade dói como um barco
Que aos poucos descreve um arco
E evita atracar no cais
Oh, pedaço de mim
Oh, metade arrancada de mim
Leva o vulto teu
Que a saudade é o revés de um parto
A saudade é arrumar o quarto
Do filho que já morreu
Oh, pedaço de mim
Oh, metade amputada de mim
Leva o que há de ti
Que a saudade dói latejada
É assim como uma fisgada
No membro que já perdi
Oh, pedaço de mim
Oh, metade adorada de mim
Lava os olhos meus
Que a saudade é o pior castigo
E eu não quero levar comigo
A mortalha do amor
Adeus
Uma saga familiar caracterizada pela decadência social e econômica, tendo como pano de fundo a história do Brasil dos últimos dois séculos.
Já nas livrarias
Para saber mais visite o site
www.leitederramado.com.br
MONÓLOGO
Barão de Itararé
- Eu tinha doze garrafas de uísque na minha adega e minha mulher me disse para despejar todas na pia, porque SENÃOO...
- Assim seja! Seja feita a vossa vontade, disse eu, humildemente.
E comecei a desempenhar, com religiosa obediência, a minha ingrata tarefa.
- Tirei a rolha da primeira garrafa e despejei o seu conteúdo na pia, com exceção de um copo, que bebi.
- Extraí a rolha da segunda garrafa e procedi da mesma maneira, com exceção de um copo, que virei.
- Arranquei a rolha da terceira garrafa e despejei o uísque na pia, com exceção de um copo, que empinei.
- Puxei a pia da quarta rolha e despejei o copo na garrafa, que bebi.
- Apanhei a quinta rolha da pia, despejei o copo no resto e bebi a garrafa, por exceção.
- Agarrei o copo da sexta pia, puxei o uísque e bebi a garrafa, com exceção da rolha.
- Tirei a rolha seguinte, despejei a pia dentro da garrafa, arrolhei o copo e bebi por exceção.
- Quando esvaziei todas as garrafas, menos duas, que escondi atrás do banheiro, para lavar a boca amanhã cedo, resolvi conferir o serviço que tinha feito, de acordo com as ordens da minha mulher, a quem não gosto de contrariar, pelo mau gênio que tem.
- Segurei então a casa com uma mão e com a outra contei direitinho as garrafas, rolhas, copos e pias, que eram exatamente trinta e nove. Quando a casa passou mais uma vez pela minha frente, aproveitei para recontar tudo e deu noventa e três, o que confere, já que todas as coisas no momento estão ao contrário.
- Para maior segurança, vou conferir tudo mais uma vez, contando todas as pias, rolhas, banheiros, copos, casas e garrafas, menos aquelas duas que escondi e acho que não vão chegar até amanhã, porque estou com uma sede louca!
Barão de Itararé foi como se auto-intitulou o jornalista gaúcho Apparício Torelli (1895-1971), pai do humorismo brasileiro - aí incluídos herdeiros diretos como O Pasquim e Casseta & Planeta.
Música: Movimento dos Barcos
Intérprete: Jards Macalé
Composição: Jards Macalé e Capinan
Estou cansado e você também
Vou sair sem abrir a porta
E não voltar nunca mais
Desculpe a paz que eu lhe roubei
E o futuro esperado que eu não dei
É impossível levar um barco sem temporais
E suportar a vida como um momento além do cais
Que passa ao largo do nosso corpo
Não quero ficar dando adeus
As coisas passando, eu quero
É passar com elas, eu quero
E não deixar nada mais
Do que as cinzas de um cigarro
E a marca de um abraço no seu corpo
Não, não sou eu quem vai ficar no porto
Chorando, não
Lamentando o eterno movimento
Movimento dos barcos, movimento

QUE MÚSICA ESCUTAS TÃO ATENTAMENTE?
Eugénio de Andrade
Que música escutas tão atentamente
que não dás por mim?
Que bosque, ou rio, ou mar?
Ou é dentro de ti
que tudo canta ainda?
Queria falar contigo,
dizer-te apenas que estou aqui,
mas tenho medo,
medo que toda a música cesse
e tu não possas mais olhar as rosas.
Medo de quebrar o fio
com que teces os dias sem memória.
Com que palavras
ou beijos ou lágrimas
se acordam os mortos sem os ferir,
sem os trazer a esta espuma negra
onde corpos e corpos se repetem,
parcimoniosamente, no meio de sombras?
Deixa-te estar assim,
ó cheia de doçura,
sentada, olhando as rosas,
e tão alheia
que nem dás por mim.
imagem da internet
Manuel Antonio Pina
O dia entra no quarto
pela janela fechada
apagando as sombras onde
a alma se ocultava.
e do ruído, e fico só de novo.
Abro a janela e fecho alguma coisa
(provavelmente a infância) dentro d’alma.
de coisas de que alguém se recordasse,
a minha vida, os dias e as noites,
e a minha própria infância me faltasse.
mal aflorando o coração d’alguém
à hora breve em que o dia vem
em algum sítio só de pensamento.
motores em marcha vibram, a luz arde,
e aos poucos a vida vai ficando
sensação e exterioridade.
E dou comigo procurando rimas.
— E a alma? — Mas por esta altura
já tudo e eu próprio somos literatura...
Poema XV
Pablo Neruda
Interpretado por Paco Ibáñez
Gosto quando te calas
porque ficas como ausente,
e me ouves desde longe,
e minha voz não te alcança.
Parece que teus olhos tivessem voado
e parece que um beijo,
te cerrasse a boca.
Como todas as coisas estão cheias
de minha alma...
emerges tu das coisas,
cheia de minha própria alma.
Borboleta de sonhos,
és como minha alma
e te pareces com a palavra melancolia.
Gosto quando calas
porque ficas como ausente,
estás como que se lamentando,
borboleta que sussurras.
Me olhas de longe e minha
voz não te alcança.
Deixa que me cale com teu silêncio.
Deixa que eu também fale com teu silêncio,
Iluminado como uma lâmpada,
simples como uma aliança.
És como a noite quieta e estrelada,
teu silêncio é como uma estrela,
tão distante e singelo.
Gosto quando calas
porque ficas como ausente.
Distante e dolorida como se tivesses morrido.
Uma palavra então,
um sorriso basta.
E já fico feliz,
feliz com aquilo que não é certo.

Fonte do vídeo

APRENDENDO A VIVER (FRAGMENTO)
CLARICE LISPECTOR
“Uma vez eu irei. Uma vez irei sozinha, sem minha alma dessa vez. O espírito, eu o terei entregue à família e aos amigos com recomendações. Não será difícil cuidar dele, exige pouco, às vezes se alimenta com jornais mesmo. Não será difícil levá-lo ao cinema, quando se vai. Minha alma eu a deixarei, qualquer animal a abrigará: serão férias em outra paisagem, olhando através de qualquer janela dita da alma, qualquer janela de olhos de gato ou de cão. De tigre, eu preferiria. Meu corpo, esse serei obrigada a levar. Mas dir-lhe-ei antes: vem comigo, como única valise, segue-me como um cão. E irei à frente, sozinha, finalmente cega para os erros do mundo, até que talvez encontre no ar algum bólide que me rebente. Não é a violência que eu procuro, mas uma força ainda não classificada mas que nem por isso deixará de existir no mínimo silêncio que se locomove. Nesse instante há muito que o sangue já terá desaparecido. Não sei como explicar que, sem alma, sem espírito, e um corpo morto — serei ainda eu, horrivelmente esperta. Mas dois e dois são quatro e isso é o contrário de uma solução, é beco sem saída, puro problema enrodilhado em si. Para voltar de ‘dois e dois são quatro’ é preciso voltar, fingir saudade, encontrar o espírito entregue aos amigos, e dizer: como você engordou! Satisfeita até o gargalo pelos seres que mais amo. Estou morrendo meu espírito, sinto isso, sinto...”
Texto extraído do livro "Aprendendo a viver", Clarice Lispector. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 2004
Fontes:
do texto: luso-poemas.net
da imagem: Nara França
AS TUAS PALAVRAS VOARÃO
Rabindranath Tagore
Se não falas, vou encher o meu coração
Com o teu silêncio, e agüentá-lo.
Ficarei quieto, esperando, como a noite
Em sua vigília estrelada,
Com a cabeça pacientemente inclinada.
A manhã certamente virá,
A escuridão se dissipará, e a tua voz
Se derramará em torrentes douradas por todo o céu.
Então as tuas palavras voarão
Em canções de cada ninho dos meus pássaros,
E as tuas melodias brotarão
Em flores por todos os recantos da minha floresta.
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- Somos muitos, mesmo sendo dois!
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- A idade de ser feliz – NÃO é de Mario Quintana
- Cheiro de flor quando ri