Arlete Marques
GRITO DE ALMA
Rui de Noronha
Vem de séculos, alma, essa orgulhosa casta,
repudiando a dor, tripudiando a lei.
Num gesto de altivez que em onda leva e arrasta
inteiras gerações de amaldiçoada grei.
Ir procurar, Amor, nessa altivez madrasta,
ou gesto de carinho ou de brandura, eu sei?
Ao tigre dos juncais, de uma crueza vasta,
quem há que roube a presa? Aponta-me e eu irei!
Cruel destino o meu, que ao meu caminho trouxe,
na fulgurante luz do teu olhar tão doce,
a mágoa minha, eterna, a minha eterna dor.
Vai, segue o teu destino! A onda quer-te e passa.
Vai com ela cantar o orgulho de tua raça,
que eu ficarei cantando o nosso eterno amor.
SOBRE O AUTOR:
Embora sonetista, "a crítica", conforme escreveu J. G. de Araújo Jorge -"o considera um dos precursores da moderna poesia em sua pátria".
Publicou apenas um livro, a que deu o simples nome de "Sonetos'.
Este texto circula pela Internet e por email como sendo de Fernando Pessoa. É de autoria da SILVANA DUBOC e tem registro na Biblioteca Nacional:
Registrada na Fundação Biblioteca Nacional
Ministério da Cultura - Escritório de Direitos Autorais
Rua da Imprensa 16 - sala 1205 - Centro - Rio de Janeiro
Registro - 309.788
Livro - 564
Folha - 448
NAVEGUE - Silvana Duboc
Navegue,
descubra tesouros, mas não os tire do fundo do mar,
o lugar deles é lá.
Admire a lua,
sonhe com ela, mas não queira trazê-la para a terra.
Curta o sol,
se deixe acariciar por ele,
mas lembre-se que o seu calor é para todos.
Sonhe com as estrelas,
apenas sonhe, elas só podem brilhar no céu.
Não tente deter o vento,
ele precisa correr por toda parte,
ele tem pressa de chegar sabe-se lá onde.
Não apare a chuva,
ela quer cair e molhar muitos rostos,
não pode molhar só o seu.
As lágrimas?
Não as seque, elas precisam correr na minha,
na sua, em todas as faces.
O sorriso!
Esse você deve segurar, não deixe-o ir embora, agarre-o!
Quem você ama?
Guarde dentro de um porta-jóias, tranque, perca a chave!
Quem você ama é a maior jóia que você possui,
a mais valiosa.
Não importa se a estação do ano muda,
se o século vira,
se o milênio é outro, se a idade aumenta;
conserve a vontade de viver,
não se chega à parte alguma sem ela,
Abra todas as janelas
que encontrar, e as portas também.
Persiga um sonho,
mas não deixe ele viver sozinho.
Alimente sua alma
com amor, cure suas feridas com carinho.
Descubra-se todos os dias,
deixe-se levar pelas vontades,
mas não enlouqueça por elas.
Procure,
sempre procure o fim de uma história, seja ela qual for.
Dê um sorriso
para quem esqueceu como se faz isso.
Acelere seus pensamentos,
mas não permita que eles te consumam.
Olhe para o lado,
alguém precisa de você.
Abasteça seu coração de fé,
não a perca nunca.
Mergulhe de cabeça
nos seus desejos, e satisfaça-os.
Agonize de dor
por um amigo,
só saia dessa agonia se conseguir tirá-lo também.
Procure os seus caminhos,
mas não magoe ninguém nessa procura.
Arrependa-se,
volte atrás, peça perdão!
Não se acostume
com o que não o faz feliz,
revolte-se quando julgar necessário.
Alague
seu coração de esperanças,
mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar
que precisa voltar, volte!
Se perceber
que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado,
comece novamente.
Se estiver tudo certo,
continue.
Se sentir saudades,
mate-a.
Se perder um amor,
não se perca!
Se achá-lo, segure-o!
Caso sinta-se só,
olhe para as estrelas: eu sempre estarei nelas.
Não estão ao seu alcance
mas estarão eternamente brilhando para você!
Claude Theberge
Carlos Queiróz
Por tudo que me deste:
- Inquietação, cuidado,
(Um pouco de ternura? É certo, mas tão pouco!)
Noites de insônia, pelas ruas, como um louco...
- Obrigado, obrigado!
Por aquela tão doce e tão breve ilusão,
(Embora nunca mais, depois que a vi desfeita,
Eu volte a ser quem fui), sem ironia: aceita
A minha gratidão!
Que bem me faz, agora, o mal que me fizeste!
- Mais forte, mais sereno, e livre, e descuidado.
Sem ironia, amor: - Obrigado, obrigado
Por tudo o que me deste!
Fonte:
José Carlos Queirós Nunes Ribeiro (n. Lisboa 5 Abr 1907; m. 27 Out 1949), in 366 poemas que falam de amor, uma antologia organizada por Vasco Graça Moura, Quetzal Editores, 2ª. Edição, Lisboa 2004.
ARTE-FINAL
Affonso Romano de Sant’Anna
Não basta um grande amor
para fazer poemas.
E o amor dos artistas, não se enganem,
não é mais belo
que o amor da gente.
O grande amante é aquele que silente
se aplica a escrever com o corpo
o que seu corpo deseja e sente.
Uma coisa é a letra,
e outra o ato,
quem toma uma por outra
confunde e mente.
LEIA MAIS DE AFFONSO ROMANO DE SANT’ANNA
http://www.avozdapoesia.com.br/affonsoromano
A distância que você consegue percorrer na vida depende da sua ternura para com os jovens, compaixão pelos idosos, solidariedade com os esforçados e tolerância para com os fracos e os fortes, porque chegará o dia em que você terá sido todos eles.
[George Washington]
Blogagem coletiva: 26 de junho de 2009
– Dia Internacional do Combate às Drogas
Campanha do Blog:
http://cd-ladob.blogspot.com
26 de junho é o Dia Internacional de Combate contra o uso Drogas e o Tráfico. Este dia foi instituído pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1987, e serve com um lembrete da meta de acordo entre os Estados-Membros das nações Unidas, para criar uma sociedade internacional na qual não haja desvio de drogas.
O Escritório das Nações Unidas Sobre Drogas e Crimes (UNODC), escolhe um tema para cada ano, pelo lançamento da campanha, para educar o público sobre o mundo das drogas. O slogan da campanha entre 2007 e 2009 é "Drogas: Quem controla a sua vida?"
Polícia Civil faz balanço das operações no Dia Internacional de Combate às Drogas (Vídeo Bom Dia PE)
Jenedy Paige
RECADO À ALMA GÊMEA
Asta Vonzodas
É quase finda a viagem,
sinto no morno do sol de outono
quando observo, no céu,
as nuvens vadias.
Perdoa, meu amor,
se não te encontrei ou te perdi.
Ah! Como eu queria que estivesses aqui!
Na próxima viagem, prometo:
Não vou me deter em canteiros de flores,
que só florescem nas primaveras.
Espero por ti, no caminho, em algum ponto.
E então, juntos, seguiremos
contando estrelas.
Imagem: Publius Vergilius/Ed. Globo
Circulando pela internet como sendo de LUIS FERNANDO VERISSIMO.
DESMENTIDO PELO PRÓPRIO VERISSIMO:
“Fquei mal com os goianos depois que um texto com meu nome circulou por aí criticando a música sertaneja e tudo o que vinha de Goiás. Houve outro, sobre dor de barriga, escatológico mas inofensivo”. (Revista Época)
“Um, que circulou bastante, comparava duplas sertanejas com drogas e aconselhava o leitor a evitar qualquer cantor saído de Goiânia, o que me valeu muita correspondência indignada. Outro era sobre uma dor de barriga desastrosa, que muitos acharam nojento ou, pior, sensacional. (Jornal Zero Hora 24/3/2005)
O TEXTO:
UM DIA DE MERDA
ATÉ O MOMENTO SEM IDENTIFICAÇÃO DE AUTORIA
O que é um PEIDO para quem está todo CAGADO?
Aeroporto Santos Dumont, 15:30.
Senti um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse. Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas.
Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão..
'Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo, o avião só sairía às 16:30'.
Entrando no ônibus, sem sanitários. Senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto.
Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil falei:
'Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro.'
'Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda.'
O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: 'Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1hora, devido a obras na pista.'
Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação anus a qualquer momento.
Suava em bicas. Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro.
O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais,
indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado.
Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado.
Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor.
Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada.
Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal.
Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de piedade, e confessei sério:
'Cara, caguei!'
Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle.
'Que se dane, me limpo no aeroporto', pensei..
'Pior que isso não fico'.
Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou
forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira mas não pude evitar, e sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda.
Desta vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés.
E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líqüida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo a liberdade.
E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar. Afinal de contas, o que era um peidinho para quem já estava todo cagado...
Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez. Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto.
Mas era tarde demais para tal artifício absorvente.
Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada.
Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas.
Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei falta de papel higiênico em todos os cinco.
Olhei para cima e blasfemei: 'Agora chega, né?'
Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que concluí como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.
Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o
'check-in' e ia correndo tentar segurar o vôo.
Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. 'Ele tinha despachado a mala com roupas'.
Na mala de mão só tinha um pulôver de gola 'V'.
A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.
Desesperado comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis.
Minha cueca, joguei no lixo. A camisa era história.
As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias mudaram de cor tingidas pela merda. Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1a 10.
Teria que improvisar.
A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar.
Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para embarcar.
Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao
portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola 'V', sem camisa.
Mas caminhava com a dignidade de um lorde.
Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam
esperando o 'RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO' e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria.
A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo.
Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir:
'Nada, obrigado.'
Eu só queria esquecer este dia de merda. Um dia de merda...
Assinaturas conflitantes
Textos erroneamente atribuídos a escritores famosos circulam pela internet, causando constrangimentos e mal-entendidos
Martha Mendonça, do Rio
Imagem da internet via Google
Numa crítica à intenção do presidente George W. Bush de invadir o Iraque, a cantora e militante do Partido Democrata Barbra Streisand fez um discurso em Washington do qual teve de se retratar. Ela citou um texto, que atribuiu ao dramaturgo inglês William Shakespeare, sobre os equívocos de um líder incapaz de 'mensurar o direito dos cidadãos'. Acontece que Shakespeare jamais escreveu tais palavras. No dia seguinte, diante da polêmica nos jornais, a cantora se desculpou: ela havia lido o trecho na internet e acreditara que fazia parte da peça Júlio César.
Não seria justo crucificá-la. Todos os dias circulam em sites e e-mails textos atribuídos erroneamente - de propósito ou não - a autores famosos. Entre os escritores brasileiros, o cineasta e colunista Arnaldo Jabor já se acostumou à contrafação. Com freqüência, é dele a falsa assinatura de textos agressivos que correm pela rede ofendendo celebridades. O último alvo foi a apresentadora Adriane Galisteu. O ex-big brother Kleber Bam Bam também teria sido criticado por Jabor. Tudo invenção. 'Procuram imitar meu estilo, mas são maniqueístas', diz Jabor, que usa suas colunas - publicadas pelos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo - para desmentir as lorotas. Luis Fernando Verissimo é outra vítima dos piratas da internet. 'Fiquei mal com os goianos depois que um texto com meu nome circulou por aí criticando a música sertaneja e tudo o que vinha de Goiás. Houve outro, sobre dor de barriga, escatológico mas inofensivo', diz.
'Os falsários tentam imitar meu estilo de texto, mas são tão maniqueístas que os que me conhecem bem sabem que não fui eu que escrevi' (ARNALDO JABOR, cronista e cineasta)
A escritora e poeta gaúcha Martha Medeiros sofre com outro tipo de equívoco. Muitos textos seus têm saído na internet com a assinatura de importantes nomes da literatura. Sua crônica 'Felicidade Realista' foi atribuída a Mario Quintana. Só quem não conhece o estilo do falecido poeta acredita na farsa, pois o texto traz termos atuais, como 'corpos sarados' e 'spa cinco-estrelas'. Outra crônica de Martha, 'A Morte Devagar', ganhou a rubrica do chileno Pablo Neruda. 'Poderia ficar lisonjeada, mas é um absurdo', diz ela.
Algumas histórias já se tornaram clássicas. Há dois anos, uma enxurrada de e-mails se alastrou pela América Latina dando conta de um adeus do escritor colombiano Gabriel García Márquez. Sofrendo de câncer, o autor de Cem Anos de Solidão despedia-se da vida enumerando as últimas máximas sobre a existência humana. Muita gente chorou. Mas Gabo, Nobel de Literatura de 1982, está vivinho da silva até hoje - apesar do câncer. Chegou a convocar a imprensa para negar a autoria. 'O que pode me matar não é o câncer, mas a vergonha de que alguém acredite que eu escrevi algo tão cafona.'
[o texto se chama La Marioneta, de Johnny Welch, ventríloquo]
Alguns textos, como o atribuído a García Márquez, são crueldade pura, como os boatos e fofocas convencionais. Outros seguem a linha de auto-ajuda. Com isso, passam de mão em mão - ou de tela em tela - rapidamente. Recentemente, um e-mail supostamente escrito pela atriz Patrícia Pillar informava que ela fora vítima de um erro de diagnóstico - e descobriu o câncer de mama tardiamente. O e-mail, na verdade, era um texto truncado de outra vítima da doença, que escrevera comentários sobre uma entrevista de Patrícia.
'Já recebi muito elogio por textos que jamais escrevi. Não podemos fazer muita coisa contra isso. Por que os autores não assinam logo o que escrevem? Talvez ficassem famosos' (LUIS FERNANDO VERISSIMO, cronista, cartunista e escritor)
Autores anônimos assinam seus textos com nomes famosos para dar peso e credibilidade à divulgação. A quantidade de informação que circula na rede é gigantesca - e o aval de uma celebridade é garantia de leitura. Segundo o Departamento de Energia dos Estados Unidos, que tem técnicos especializados em estudar a boataria na internet (em especial assuntos sobre vírus), se cada pessoa repassar um e-mail falso a dez outras, em questão de minutos pode-se chegar a 1 milhão de trotes na rede. E a internet - todo mundo sabe - é terra de ninguém.
Citações fraudulentas não são criação da rede mundial, porém. A rainha degolada Maria Antonieta, como se sabe, jamais disse 'Se não têm pão comam brioches', frase atribuída a ela pela tradição oral, mas, na verdade, proferida por um nobre francês cuja identidade se apagou na História. Autor da crônica 'Ter ou Não Ter Namorado', o senador Artur da Távola não consegue se livrar do fantasma de Carlos Drummond de Andrade rondando um texto seu, famoso entre as adolescentes dos anos 80. A crônica em questão foi misteriosamente publicada em jornal como uma relíquia deixada por Drummond. Távola fez o desmentido, mas o erro estava eternizado. Há dois anos, no Dia dos Namorados, a crônica foi lida num programa de rádio, de novo atribuído a Drummond. Távola voltou a reclamar. É só chegar mais um Dia dos Namorados para o engano se repetir. O incidente, claro, foi parar na internet. No site da Universidade Federal do Espírito Santo, 'Ter ou Não Ter Namorado' tem a grife de Drummond, e ponto final. 'Resta dizer que, se fosse o contrário, a heresia seria muito maior', diz Távola, zombando da própria modéstia.
Fonte:
http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT435457-1664-2,00.html
"Ah, não há saudades mais dolorosas do que as das coisas que nunca foram!"
Bernardo Soares (Heterônimo de Fernando Pessoa)
in Livro do Desassossego
E hoje amanheceu assim… festejando a chuvinha fina que caiu agora a pouco…
"Minha flor, é flor do campo,
É luz que descobre pela manhã
E na erva poisa seu manto(….)"
Jorge Humberto
"Como é bonito o mato, |
Das flores branquinhas, |
Vives, de modo singelo |
Nada te abala! Permaneces erguida, firme, |
Para cultivar-te, o canto dos pássaros, |
|
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|
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E tão raras pra quem |
"Se o céu lacrimeja e lamenta |
Se o choro é incontido e a dor é tanta |
Se a paz é fugidia e se ausenta |
Se a vida não mais encanta |
Se acaso a morte vier, implacável ou lenta |
Fotos: Luciana |
(1) Trechos da poesia “As flores do campo, as flores da vida...” autoria de Marluce Freire Nascasbes
(2) Trechos da poesia “Flores do Campo” autoria de Úrsula Avner
SONETO DE AMOR
José Régio
Não me peças palavras, nem baladas,
Nem expressões, nem alma... Abre-me o seio,
Deixa cair as pálpebras pesadas,
E entre os seios me apertes sem receio.
Na tua boca sob a minha, ao meio,
Nossas línguas se busquem, desvairadas...
E que os meus flancos nus vibrem no enleio
Das tuas pernas ágeis e delgadas.
E em duas bocas uma língua..., - unidos,
Nós trocaremos beijos e gemidos,
Sentindo o nosso sangue misturar-se.
Depois... - abre os teus olhos, minha amada!
Enterra-os bem nos meus; não digas nada...
Deixa a Vida exprimir-se sem disfarce!
Aos poucos A VOZ DA POESIA vai recuperando os arquivos perdidos.
Já estão no site:
Poetas que já faziam parte da Voz da Poesia:
• ANDERSON CHRISTOFOLETTI
www.avozdapoesia.com.br/andersonchristofoletti
• DORA BRISA
www.avozdapoesia.com.br/dorabrisa
• LUÍS CARLOS MORDEGANE
www.avozdapoesia.com.br/luiscarlosmordegane
• PAULO PERES
www.avozdapoesia.com.br/pauloperes
Poetas que passam a fazer parte da Voz da Poesia:
• ANTONIO BRASILEIRO
www.avozdapoesia.com.br/antoniobrasileiro
• CLÁUDIA DINIZ
www.avozdapoesia.com.br/claudiadiniz
• ELZA FRAGA
www.avozdapoesia.com.br/elzafraga
• JORGE ELIAS MELLO
www.avozdapoesia.com.br/jorgeeliasmello
• MILTON NEVES JR
www.avozdapoesia.com.br/miltonnevesjr
Nosso MUITO OBRIGADO a todos!
BOAS-VINDAS aos que chegam!
LINKS REFEITOS DE OUTROS POETAS:
• ABGAR RENAULT
www.avozdapoesia.com.br/abgarrenault
• ADÉLIA PRADO
www.avozdapoesia.com.br/adeliaprado
• AFFONSO ROMANO DE SANT'ANNA
www.avozdapoesia.com.br/affonsoromano
• ÁLVARES DE AZEVEDO
www.avozdapoesia.com.br/alvaresdeazevedo
• CASIMIRO DE ABREU
www.avozdapoesia.com.br/casimirodeabreu
• CASTRO ALVES
www.avozdapoesia.com.br/castroalves
• CECÍLIA MEIRELES
www.avozdapoesia.com.br/ceciliameireles
• ELIZABETH BARRET BROWNING
www.avozdapoesia.com.br/elizabethbarrettbrowning
• FERREIRA GULLAR
www.avozdapoesia.com.br/ferreiragullar
• OLAVO BILAC
www.avozdapoesia.com.br/olavobilac
A VOZ DA POESIA FALANDO AO CORAÇÃO.
imagem da internet pelo Google
DAS UTOPIAS
Mário Quintana
Se as coisas são inatingíveis... ora!
não é motivo para não querê-las.
Que tristes os caminhos, se não fora
a mágica presença das estrelas!

Playlist Youtube
http://www.youtube.com/watch?v=fyWs0W_0BRs&playnext=1&list=AL94UKMTqg-9A7ra6mKFvs-qij_G5bNe_o
Vem! Me acarinha, me namora...
VEM
Rosany Costa
Vem! Antes que o tempo passe...
Que nós passemos,
E nos acostumemos!
E um belo dia, apenas constatemos...
Vem! Me acarinha, me namora...
Me diz que não houve demora;
Que pra quem ama não há hora,
Tempo, norma ou forma!
Vem! Afoga minha sede,
Aplaca minha urgência,
Bane essa complacência!
Vem! Compactua com meu desejo,
Que nas sombras se esgueira
E me faz quase implorar por teu beijo...
Vem sem mais demora...
Registro na BN 370.009
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Michael and Inessa Garmash
TEMPO DE PARTIDA
Henrique Chaudon
Esparsos pelo vento
os dias, horas, pensamentos.
É tempo, eu sei, há muito, de partida.
Ir pelos jardins de sol e chuva
em procura paciente, silenciosa busca
entre musgo e saibro, espinho e flor.
Pois quem sabe o pó da estrada
nas sandálias gastas e feridas
não pede ao pão mais do que trigo
nem à paisagem alheia senão paz.
Porque é tempo, há muito, de partida
e nas pousadas dormem insensatos homens,
irei só, e já.
O vento que passou levando a vida,
a vida deixa esparsa no caminho.
Por isso eu vou.
E porque é tempo, há muito, de partida.
Ave Maria
J.S. Bach/Gounod
Linda Brava
Imagem da internet pelo Google
ABSOLUTA
Cristina Garcia Lopes
é essa tempestade
que não vem
que se arma oculta
sobre nós
ano após ano
essa tempestade
que dorme comigo
que mora em meu ventre
ansioso
dia após dia
não quer a tempestade
se precipitar de vez
se desatar
no céu
um laço de ferro
sobre a terra
invertida
é essa tempestade
que não vem.
Imagem: Steven Quartly
NASCIMENTO DO POEMA
Dora Ferreira da Silva
É preciso que venha de longe
do vento mais antigo
ou da morte
é preciso que venha impreciso
inesperado como a rosa
ou como o riso
o poema inecessário.
É preciso que ferido de amor
entre pombos
ou nas mansas colinas
que o ódio afaga
ele venha
sob o látego da insônia
morto e preservado.
E então desperta
para o rito da forma
lúcida
tranqüila:
senhor do duplo reino
coroado
de sóis e luas.
Steven Quartly
José Gomes Ferreira
Porque é que este sonho absurdo
a que chamam realidade
não me obedece como os outros
que trago na cabeça?
Eis a grande raiva!
Misturem-na com rosas
e chamem-lhe vida.
Pablo Picasso
VOZ ATIVA
Miguel Torga
Canta, poeta, canta!
Violenta o silêncio conformado.
Cega com outra luz a luz do dia.
Desassossega o mundo sossegado.
Ensina a cada alma a sua rebeldia.
ÁLIBI
Composição: Djavan
Intérprete: Maria Bethânia
Havia mais que um desejo
A força do beijo
Por mais que vadia
Não sacia mais
Meus olhos lacrimejam seu corpo
Exposto à mentira do calor da ira
Do afã de um desejo que não contraíra
No amor, a tortura está por um triz
Mas a gente atura e até se mostra feliz
Quando se tem o álibi
De ter nascido ávido
E convivido inválido
Mesmo sem ter havido.
corrigindo erros, protegendo a sua privacidade e removendo spywares.
Recebi da Rosany e repasso pela utilidade que ele tem.
Gratuito
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Sistema: Windows XP/Vista/2000
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X-Easy: assegura a execução de funções escaláveis dentro de um ciclo de trabalho. Esta tecnologia simplifica a operação dos tradicionais utilitários de sistema.
X-Restore: sempre ativa para fazer backup automático de todas as mudanças em segundo plano, suportando completamente as funções do Windows XP.
Fonte: www.baixaki.com.br
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