sábado, 9 de dezembro de 2017
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A POESIA É UMA ARMA CARREGADA DE FUTURO
Gabriel Celaya
Quando já nada se espera de pessoalmente exaltante,
mas se palpita e se continua para cá da consciência,
ferozmente existindo, cegamente afirmando,
como um pulso que lateja nas trevas,
quando se olham de frente
os claros olhos vertiginosos da morte,
dizem-se as verdades:
as bárbaras, terríveis, amorosas crueldades.
Dizem-se os poemas
que dilatam os pulmões de quantos, asfixiados,
pedem ser, pedem ritmo,
pedem lei para o que sentem excessivo.
Com a velocidade do instinto,
com o raio do prodígio,
como mágica evidência, converte-se o real
no idêntico a si mesmo.
Poesia para o pobre, poesia necessária
como o pão de cada dia,
como o ar que exigimos treze vezes por minuto,
para ser e enquanto somos dizer um sim que glorifica.
Porque vivemos de vez em quando, porque mal nos deixam
dizer que somos quem somos,
nossos cantos não podem sem pecado ser um ornamento.
Estamos a tocar o fundo.
Maldigo a poesia concebida como um luxo
cultural pelos neutrais
que lavando as mãos, se desinteressam e evadem.
Maldigo a poesia de quem não toma partido até manchar-se.
Faço minhas as faltas. Sinto em mim quantos sofrem
e canto ao respirar.
Canto, canto, e a cantar para além de minhas mágoas
pessoais, fico maior.
Quisera dar-vos vida, provocar novos atos,
e calculo por isso com técnica, que venço.
Sinto-me um engenheiro do verso e um operário
que com outros trabalha Espanha nos seus aços.
Assim é a minha poesia: poesia-ferramenta
e ao mesmo tempo pulsação do unânime e cego.
Assim é, arma carregada de futuro expansivo
com que aponto ao peito.
Não é uma poesia gota a gota pensada.
Nem um belo produto. Nem um fruto perfeito.
É algo como o ar que todos respiramos
e é o canto que difunde o que dentro levamos.
São palavras que todos repetimos sentindo
como nossas, e voam. São mais que o que elas dizem.
São o mais necessário: o que não possui um nome.
São gritos no céu, e, na terra, são atos.
<><>
Gabriel Celaya
Tradução: José Bento
(Foto: retirada do Pinterest, sem identificação de autoria)
<><>
SOBRE O AUTOR: Gabriel Celaya (Hernani, Guipúzcoa, 18 de março de 1911 - Madri, 18 de abril de 1991), foi um poeta espanhol da geração literária pós-guerra Seu nome era Rafael Gabriel Juan Múgica Celaya Leceta.
terça-feira, 28 de novembro de 2017
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![]() |
CASTRO ALVES, Poeta da Liberdade, Poeta do Amor, Poeta Maior! |
Com muita alegria, o site A Voz da Poesia informa que já está publicada toda a obra do poeta CASTRO ALVES:
Todas as poesias dos livros:
• Espumas flutuantes, 1870
• Vozes d`África. Navio Negreiro, 1880
• Os escravos, obra dividida em duas partes:
1. A cachoeira de Paulo Afonso;
2. Manuscritos de Stênio, 1883;
• Obras completas, 1921
Edição do cinquentenário da morte de Castro Alves.
Org. de Afrânio Peixoto, em 2 vols., contendo numerosos inéditos: poesias diversas, colegiais, coligidas, etc.
44 áudios de poesias musicadas
25 áudios de poesias recitadas.
Acesse: OBRA COMPLETA DE CASTRO ALVES
sexta-feira, 6 de outubro de 2017
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Para Rita de Cássia, a moça que tem voz de queijo com goiabada!
Amo-te muito
Como as flores amam
O frio orvalho que, infinito, chora
Amo-te muito qual sabiá-da-praia
Ama a sanguínea e deslumbrante aurora
Como as flores amam
O frio orvalho que, infinito, chora
Amo-te muito qual sabiá-da-praia
Ama a sanguínea e deslumbrante aurora
Ó não te esqueças que eu te amo assim
Ó não te esqueças nunca mais de mim
Ó não te esqueças nunca mais de mim
Amo-te muito
Como a onda à praia
E a praia à onda que a vem beijar
Amo-te muito como a branca pérola
Ama as entranhas do infinito mar
Como a onda à praia
E a praia à onda que a vem beijar
Amo-te muito como a branca pérola
Ama as entranhas do infinito mar
Ó não te esqueças que eu te amo assim
Ó não te esqueças nunca mais de mim
Ó não te esqueças nunca mais de mim

AMO-TE MUITO
Intérprete: Marcelo Barra
Composição: João Chaves
Intérprete: Marcelo Barra
Composição: João Chaves
sexta-feira, 18 de agosto de 2017
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SONETO DE INSPIRAÇÃO
Vinícius de Moraes
Não te amo como uma criança, nem
Como um homem e nem como um mendigo
Amo-te como se ama todo o bem
Que o grande mal da vida traz consigo.
Como um homem e nem como um mendigo
Amo-te como se ama todo o bem
Que o grande mal da vida traz consigo.
Não é nem pela calma que me vem
De amar, nem pela glória do perigo
Que me vem de te amar, que te amo; digo
Antes que por te amar não sou ninguém.
De amar, nem pela glória do perigo
Que me vem de te amar, que te amo; digo
Antes que por te amar não sou ninguém.
Amo-te pelo que és, pequena e doce
Pela infinita inércia que me trouxe
A culpa é de te amar — soubesse eu ver
Pela infinita inércia que me trouxe
A culpa é de te amar — soubesse eu ver
Através da tua carne defendida
Que sou triste demais para esta vida
E que és pura demais para sofrer.
Que sou triste demais para esta vida
E que és pura demais para sofrer.

© VINÍCIUS DE MORAES
In Novos poemas, 1938
In Novos poemas, 1938
Imagem: Nik Helbig
quarta-feira, 16 de agosto de 2017
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DIÁLOGO
Nuno Júdice
«Posso beber o amor pelo copo dos teus lábios?»
O disco chega ao fim;
um ruído de rua entra pela janela;
não sei se ainda é dia,
ou se a noite começa.
Mas o mundo não interfere
no equilíbrio frágil das nossas vidas.
Este copo não se esvazia;
e os teus olhos
levam-me à fronteira do sonho,
para que a passe,
e entre contigo num país de nuvem.
O meu passaporte são as tuas mãos;
o mapa que nos guia,
a respiração incerta do desejo.
«Por isso me perco», dizes.
«Por isso te encontro», respondo.
E a noite que nos separa é o dia que nos reúne.
O disco chega ao fim;
um ruído de rua entra pela janela;
não sei se ainda é dia,
ou se a noite começa.
Mas o mundo não interfere
no equilíbrio frágil das nossas vidas.
Este copo não se esvazia;
e os teus olhos
levam-me à fronteira do sonho,
para que a passe,
e entre contigo num país de nuvem.
O meu passaporte são as tuas mãos;
o mapa que nos guia,
a respiração incerta do desejo.
«Por isso me perco», dizes.
«Por isso te encontro», respondo.
E a noite que nos separa é o dia que nos reúne.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017
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A VIDA É COLORIVEL
Marilina Baccarat de Almeida Leão
Há quem diga que sonha em preto e branco, outros, que sonham colorido. Sonhar colorido é muito mais interessante, pois tudo fica mais bonito. Os sonhos estão aí para definir a vida em cores. Os otimistas e sonhadores sempre vão dizer que a vida é colorível, mesmo que os sonhos sejam brancos e pretos.
A forma, pela qual todos veem a vida, não muda nada, o importante é que todos possam tornar a vida colorivel, porque o que sonham, seja preto e branco ou colorido, não importa. O que realmente é importante são os acertos, para que a vida se torne colorida.
Temos que viver colorindo a vida do nosso jeito, isto é, fazer com que a vida seja colorível. Assim seremos mais felizes.
A vida é muito mais que a exatidão de um preto e branco. Vai muito além da importância de torná-la colorida. Ela é uma dádiva e, viver plenamente, é um presente irrecusável, assim como é colorir um desenho.
Muitos diriam que, definir a vida em cores, para eles, ela seria preta e branca. Essas pessoas são muito calculistas, não se interessam muito em colorir a vida. Os pessimistas diriam que a vida é cinza, não haveria graça em tentar colori-la. Mas os otimistas e sonhadores diriam que a vida é para se colorir, então ela é colorível.
Podemos seguir nosso caminho, logo, podemos deixar, junto a estes caminhos, uma vida colorida. Não é porque o papel é branco que deve permanecer branco. As folhas brancas estão aí para serem coloridas. E assim é a vida, colorível. Com os sentimentos de amor vem a bondade, a alegria e a vida se torna branda, bem colorida. São esses sentimentos que fazem com que a vida seja colorivel.
A vida ganha cor para que possamos apreciá-la, para não olharmos para ela e nos sentirmos amargos e infelizes, pois as cores trazem a felicidade.
Se os nossos sonhos forem em preto e branco, devemos fazer com que a vida seja muito mais que em preto e branco. Devemos dar cor à vida, porque ela é colorivel e ser colorivel é poder ter a oportunidade de colorir a vida.
Marilina Baccarat de Almeida Leão
In Colorindo a vida
Imagem: rainbow-rays-light-fun (Google)
domingo, 13 de agosto de 2017
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SERENA
Henriqueta Lisboa
Essa ternura grave
que me ensina a sofrer
em silêncio, na suavidade do entardecer,
menos que pluma de ave
pesa sobre meu ser.
que me ensina a sofrer
em silêncio, na suavidade do entardecer,
menos que pluma de ave
pesa sobre meu ser.
E só assim, na levitação da hora alta e fria,
porque a noite me leve,
sorvo, pura, a alegria,
que outrora, por mais breve,
de emoção me feria.
porque a noite me leve,
sorvo, pura, a alegria,
que outrora, por mais breve,
de emoção me feria.
Henriqueta Lisboa
In Azul Profundo
Imagem: Michael & Inessa Garmash
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