Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo.
[A princípio não te vi: não soube que ias comigo... - Pablo Neruda]
Algumas palavras se perdem
Quando o sonho invade
O território do factível.
Carrego no bolso
Vocábulos esféricos
De superfície instável
E essência vária.
O asfalto me observa
Com a mesma pretensão
Com a qual as crianças
Dão formas
às nuvens.
Ruas me atravessam
E desconhecem as asas
De minha alma:
O óbvio me perdeu
Pela ausência de sombras e pegadas.
Teu sorriso, entre nuvens,
Rege meu itinerário:
Traço que risco
De olhos cerrados e coração desnudo.
Talvez a realidade exija resgate
Pela peça essencial de sua engrenagem,
Mas não te preocupes,
Pois as palavras nascidas da alma
Escorrem das mãos da realidade
E não sabem descansar sob
Olhos desacreditados.
Por isso viajo sem pegadas,
Apenas nuvens, estrelas, teu sorriso
E a possibilidade do improvável
Suspenso pelas intangíveis
Cordas da liberdade.
O amanhã?
Que venha o amanhã
Com seu arsenal de cores e sabores.
Para ele criarei novas palavras
E tecerei novos sonhos.
[Anderson Christofoletti]
ESSE AMOR
Comp.: Roger Henri /Dudu Falcão
Intérprete: Danilo Caymmi
O amor nos pegou
E o amor é assim
Como a dor pelo avesso
Um desejo sem fim
Seu olhar me jurou
Vi olhar só pra mim
E que mesmo negando
Me dizia que sim
Esse amor já conhece o segredo
O caminho do seu coração
Não adianta fugir
Nem esconder
As marcas da paixão
Não adianta fugir
Nem se esconder
Entre o amor e a razão.


ERAS TU A CLARIDADE
José Luis Peixoto
como a onda de uma tempestade a arrastar o mundo,
mostra-me o quanto te amei antes de te conhecer.
Eram os teus olhos, labirintos de água, terra, fogo, ar,
que eu amava quando imaginava que amava.
Era a tua voz que dizia as palavras da vida.
Era o teu rosto, era a tua pele.
Antes de te conhecer, existias nas árvores e nos
montes e nas nuvens que olhava ao fim da tarde.
Muito longe de mim, dentro de mim, eras tu a claridade.
Imagem da Internet, via Google
Aquele que amo
Disse-me
Que precisa de mim.
Por isso
Cuido de mim
Olho meu caminho
E receio ser morta
Por uma só gota de chuva.
[Para ler de manhã e à noite - Bertold Brecht ]
Um Poeta é um rouxinol que se senta na escuridão e canta para se confortar da própria solidão com
belos sons;
seus ouvintes são como homens arrebatados pela melodia de um músico invisível,
que se sentem comovidos e em paz,
ainda que não saibam como nem porque.
[Interlúdio... - Percy Bysshe Shelley]
Sinto a chama de teu corpo
Ardendo em cada instante
De memória que me aflora,
Em cada momento que furtei
Do passado
E que trago em meu presente.
A tua gota de desejo
Inundou meu universo,
Carregando consigo
Toda a tua leitura:
Espinho, pétala,
Chama e candura.
Entrega.
Uma só volúpia.
Um só corpo.
Viagem imprevista
Pela parte que nos completa.
Teu íntimo:
Segredo que me invade
E explode feito necessidade
Louca de mais e mais você.
Em minha boca
O néctar das horas
incandescentes;
O bálsamo de tua essência
ardente.
O tempo
Que não se consumiu
Eternizou-se em minhas veias
E pulsa, agora, em minhas mãos.
Espraiando-se no papel
Em páginas de confissão,
Por linhas humanas
Que me entrega o coração.
Florescência do querer tácito,
Do desejo velado pela sombra
inconsciente
E varado pela inefável fusão de
dois corpos.
A razão violada pela magia do desatino.
A depuração que nos torna amor
E nos furta as rédeas do destino.
[Versos a uma rosa vermelha - ©Anderson Christofoletti]
Permita que eu feche os meus olhos,
pois é muito longe e tão tarde!
Pensei que era apenas demora,
e cantando pus-me a esperar-te.
Permite que agora emudeça:
que me conforme em ser sozinha.
Há uma doce luz no silêncio,
e a dor é de origem divina.
Permite que eu volte o meu rosto
para um céu maior que este mundo,
e aprenda a ser dócil no sonho
como as estrelas no seu rumo.
[Serenata - Cecília Meireles]
Era como uma árvore da terra nascida
Confundindo com o ardor da terra a sua vida,
E no vasto cantar das marés cheias
Continuava o bater das suas veias.
Criados à medida dos elementos
A alma e os sentimentos
Em si não eram tormentos
Mas graves, grandes, vagos,
Lagos
Reflectindo o mundo,
E o eco sem fundo
Da ascensão da terra nos espaços
Eram os impulsos do seu peito
Florindo num ritmo perfeito
Nos gestos dos seus braços.
[O primeiro homem - Sophia de Mello Breyner Andresen]
Eu bebo a Vida, a Vida, a longos tragos
Como um divino vinho de Falerno!
Poisando em ti o meu amor eterno
Como poisam as folhas sobre os lagos…
Os meus sonhos agora são mais vagos…
O teu olhar em mim, hoje, é mais terno…
E a Vida já não é o rubro inferno
Todo fantasmas tristes e pressagos!
A vida, meu Amor, quer vivê-la!
Na mesma taça erguida em tuas mãos,
Bocas unidas hemos de bebê-la!
Que importa o mundo e as ilusões defuntas?…
Que importa o mundo e seus orgulhos vãos?…
O mundo, Amor?… As nossas bocas juntas!…
[O Nosso Mundo - Florbela Espanca]
O poeta toma a parte pelo todo,
O acidente pela essência.
Mergulha no que há de mais casto
E intenso nos corações alheios.
Ele não é fundamentalmente desejo de ser,
Mas apodera-se da falta que lhe punge
E transforma-a em alento.
Deseja sim, as palavras que não escreveu.
Regozija-se com os versos que a vida sentiu
E que o tempo imprimiu.
Ama,
Ama o ponto ausente
Que, em tempo presente,
Sua amada escondeu...
©Anderson Christofoletti
Registrada na BN
AI
Comp.: Tata Fernandes e Kléber Albuquerque
Intérprete: Rubi
Deu meu coração de ficar dolorido
Arrasado num profundo pranto
Deu meu coração de falar esperanto
Na esperança de ser compreendido
Deu meu coração equivocado
Deu de desbotar o colorido
Deu de sentir-se apagado
Desiluminado
Desacontecido
Deu meu coração de ficar abatido
De bater sem sentido
Meu coração surrado
Deu de arrancar o curativo
Deu de cutucar o machucado
Deu de inventar palavra
Pra curar de significado
O escuro aço denso do silêncio
No coração trespassado
Eu te amo - disse.
E o mundo despencou-lhe nas costas
Não havia de sofer tanto
O mundo pesa sobre o amor
leveza da pena no espaço
E se teu amor - por mais pedra - não voar
liberta tuas costas do peso que não carregas
Se teu amor - por mais pena - não mergulhar
Vai-te banhar
e olha-te no olhar que não te cega
Se teu amor te pesa
mais que o mundo que carregas
degela-o e deixa-o beber os deltas
Deu meu coração de ficar abatido
De bater sem sentido
Meu coração surrado
Deu de arrancar o curativo
Deu de cutucar o machucado
Deu de inventar palavra
Pra curar de significado
O escuro aço denso do silêncio
No coração trespassado.

Fonte do vídeo


POÉTICA E COTIDIANA
A.B.
(para Sereníssima)
Regularmente fora das regras
Leve
Rápida como fogo
Queima como água
Invade como convite
Se revela aos poucos
Como quem desvenda
a si própria, no instante
E se desfaz como quem parte
e fica, como quem sempre falta.
FELIZ DIA DOS PAIS! Escultura de Cibele Krukoski
SOBRE O ABRAÇO
ANA CLÁUDIA SALDANHA JÁCOMO
O pai pega a menina no colo e os dois se abraçam. Observo, sentada próxima à mesa onde estão. Coisa bem bolada essa dos braços se encaixarem. Uma possibilidade tão perfeita que parece que já foram imaginados também com esse propósito. Mas o melhor do abraço não é a idéia dos braços facilitarem o encontro dos corpos. O melhor do abraço é a sutileza dele. A mística dele. A poesia. O segredo de literalmente aproximar um coração do outro para conversarem no silêncio que dá descanso à palavra. O silêncio onde tudo é dito sem que nenhuma letra precise se juntar à outra. O melhor do abraço é o charme de fazer com que a eternidade caiba em segundos. A mágica de possibilitar que duas pessoas visitem o céu no mesmo instante.
A menina e o pai se abraçam. Nenhum dos dois percebe que o meu olhar filma a cena. É bom sinal que não percebam, porque no abraço bem fruído as duas vidas se ocupam de contemplar somente a paisagem que compartilham. Os olhos se tornam surdos para qualquer registro que esteja fora do ambiente construído. Talvez seja por isso que costumamos fechar os olhos quando abraçamos: para abri-los para dentro. Quando inclui o sentimento, o abraço é um portal que dá acesso às regiões mais arborizadas do coração da gente. Lá onde cantam passarinhos. Lá onde voam borboletas. Lá onde se respira grande sem ter a alma contraída. Lá onde experimentamos o amor ensolarado, por mais nuvens encharcadas de medo que também existam em nós.
A menina abraça o pai e repousa o rosto em seu ombro. Eu reparo a delicadeza com que ela o faz. Nada nela parece desejar retê-lo. Nada nela parece querer que aquele encontro dure mais do que o tempo que puder durar. Ela parece saber que o abraço não precisa ser demorado para ser longo. Se plenamente sentido, o seu efeito é duradouro. A energia que produz é capaz de circular por tempo indefinido nas vidas que o experimentam. E, depois, pode ser acionada a qualquer momento no lugar da memória onde são guardadas as belezas que não perdem o frescor.
A menina adormece abraçada ao pai. Ele se movimenta vagarosamente de um lado para o outro, sob o ritmo de uma música que somente ele ouve e que ela deve sentir em algum lugar do seu sonho. Ainda atenta ao espetáculo amoroso que assisto sem que ninguém perceba, curto a felicidade de não ter o coração curtido. De poder me aquietar para ouvir aquele poema escrito pelos gestos. Nem todos os abraços se transformam em sono e isso é tão verdadeiro quanto a constatação de que todos os genuínos oferecem repouso. Armam redes na alma da gente, onde as emoções se deitam e balançam aconchegadas. Não há lugar algum para onde ir enquanto acontecem. Apenas ficar ali, dentro deles, e dividir esse conforto.
Adormecida no abraço do pai, a menina o envolve com seus braços, dois pequenos laços de fita morenos. O abraço é também isso: um presente que duas vidas oferecem uma a outra e desembrulham juntas. Pago a conta e saio do restaurante. Tarde bonita, um bocado de sol ainda pousado na tranqüilidade da Lagoa. Sigo em direção ao meu destino com o coração enternecido, sintonizada com a suavidade das lembranças afetivas que aquela cena trouxe à tona. E grata, muito grata, por num tempo de tantas feiúras, ainda ser capaz de admirar a beleza preciosa de um abraço de amor.
Fonte: http://anajacomo.blogspot.com
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- Somos muitos, mesmo sendo dois!
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- A idade de ser feliz – NÃO é de Mario Quintana
- Cheiro de flor quando ri